Leitura bíblica - dia 57

Êxodo 7
Deus envia novamente Moisés e Arão para pedir ao Faraó pela saída do povo hebreu. Mas Deus já deixa avisado que endurecerá o coração do Faraó para que ele não libere o povo.  Veremos isso com mais detalhes ainda esta semana.

Na presença do faraó, como um sinal, Moisés transforma sua vara em serpente. Os magos do Egito conseguem reproduzir isso com seus truques e por isso, faraó ignora a Moisés.
Começam então, os sinais que ficaram conhecidos como "as pragas do Egito".
Moisés pede a saída do povo, caso contrário transformará as águas do Rio Nilo em sangue. O Faraó se recusa a atender e ao toque da vara de Moisés, as águas se tornam em sangue, matando os peixes e trazendo um grande mal cheiro.  Mais uma vez os magos do Egito conseguem reproduzir o efeito com seus truques e Faraó permanece cético. Contudo, os efeitos da praga são duradouros. Durante uma semana os egípcios penaram para conseguir água potável. 

Salmos 57
Podemos ler as palavras e contudo não saber da alegria secreta de Davi, que ele trancou em seu porta-jóias dourado. Quando ele fugiu de Saul na caverna. Este é um cântico das entranhas da terra, e assim como a oração de Jonas do fundo do mar, tem um saborzinho do lugar. O poeta está na sombra da caverna a princípio, mas ele vem para a boca da caverna finalmente, e canta no doce ar puro, com seus olhos voltados para o céu, com alegria observando as nuvens que flutuam ali. (Charles Spurgeon)

Lucas 14
Neste capítulo encontramos a Parábola da Grande Ceia.  É um clássico texto sobre a eleição. Deus nos escolhe e não nós a Ele. Deus faz o convite a todos, mas ninguém quer ir. Todos estão atarefados e empenhados nos seus próprios interesses. É o que acontece com o Rei da parábola, que prepara um grande banquete, com tudo do bom e do melhor, mas seus convidados se recusam a participar. Como ninguém vai por conta própria, ele envia os seus servos para trazerem pessoas à força. E perceba qual é o tipo de pessoa que é conduzida ao banquete: pobres, aleijados, cegos e coxos.  Ou seja, pessoas desprovidas de auto-suficiência.  Muito diferentes dos fariseus e de muitos religiosos de nossa época.