Leitura bíblica - dia 108

Levítico 14
Leis acerca do leproso depois de sarado e sobre quando a lepra se manifestar em uma casa.

Salmos 104
Temos aqui um vôo dos mais amplos e longos da musa inspirada. Este salmo oferece uma interpretação às muitas vozes da natureza, e canta docemente tanto a criação como a providência. O poema contempla um cosmos completo, mar e terra, nuvem e sol, planta e animal, luz e escuridão, vida e morte, todos provas eloqüentes da presença do Senhor. Traços dos seis dias da criação estão muito evidentes, e, embora a criação do homem, a obra coroadora do trabalho do sexto dia, não seja mencionada, isso se explica por ser o próprio homem o cantor: alguns têm até discernido sinais do descanso divino no sétimo dia em Sl 104.31. É a versão de um poeta do Gênesis. Não é apenas a presente condição da terra o assunto deste canto, mas há uma alusão àqueles tempos mais santos quando veremos "uma nova terra na qual habita a justiça", na qual o pecador será destruído, Sl 104.35. O espírito de louvor ardente a Deus percorre todo o salmo, bem como uma percepção distinta do Ser divino como uma existência pessoal, a qual se ama, em quem se confia e que se adora.
Não temos informação quanto ao autor, mas a Septuaginta o atribui a Davi, e não vemos razão para atribuí-lo a outra pessoa. Seu espírito, estilo e modo de escrever estão bem patentes nele, e se o salmo precisa ser atribuído a outro, deve ser a uma mente muito similar, e nós só poderíamos sugerir o filho sábio de Davi, Salomão, o pregador poeta, a cujas anotações sobre história natural em Provérbios alguns dos versículos se assemelham bastante. Quem quer que tenha usado a pena humana, a glória extraordinária e a perfeição da autoria divina do próprio Espírito Santo ficam claras a qualquer mente espiritualizada.
(Charles Spurgeon)

Atos 19
Um grande avivamento marca essa passagem de Paulo pela cidade de Éfeso.  Pessoas são batizadas com o Espírito Santo, confessam pecados, queimam livros de ocultismo, aprenndem o Evangelho através de pregações.  Tudo isso durou aproximadamente dois anos.

Depois dessas coisas, Paulo decidiu no espírito ir a Jerusalém, passando pela Macedônia e pela Acaia. Ele dizia: “Depois de haver estado ali, é necessário também que eu vá visitar Roma”.
(Atos 19:21)