Leitura bíblica - dia 98

Levítico 5
"Se alguém pecar porque, tendo sido testemunha de algo que viu ou soube, não o declarou, sofrerá as conseqüências da sua iniqüidade."
(Levítico 5:1)

E seguem mais preceitos.

Salmos 95
Este salmo não tem nenhum título, e tudo que sabemos de sua autoria é que Paulo o cita como estando "em Davi" (Hb 4.7). É verdade que isso pode meramente significar que se encontra na coletânea conhecida como salmos de Davi; mas se esse fosse o sentido do Apóstolo, teria sido mais natural ele ter escrito, "dizendo nos salmos"; por isso nos inclinamos a acreditar que Davi foi o autor real deste poema. No original ele é verdadeiramente um cântico hebraico, dirigido, tanto em sua exortação como em sua advertência, ao povo judeu, mas temos o aval do Espírito Santo na epístola aos Hebreus para usar seus apelos e solicitações quando apelando aos crentes gentios. É um salmo de convite à adoração. Tem nele como que um sonido de sinos de igreja, e como os sinos, ele soa tanto alegre como solene, a princípio soltando um repique vivo, e depois caindo num dobre de funeral, como se soasse no funeral da geração que pereceu no deserto. Nós o chamaremos de SALMO DA PROVOCAÇÃO.
(Charles Spurgeon)

Atos 10
Um centurião chamado Cornélio, homem temente a Deus, tem uma visão onde um anjo aparece e o instrui para ir buscar o Apóstolo Pedro.  Enquanto isso, Pedro também tem uma visão, onde vê animais que eram considerados impuros. Uma voz diz para que Pedro coma esses animais, mas o apóstolo nega por se tratar de animais impuros. Então a voz lhe diz:

"Não chame impuro ao que Deus purificou".
(Atos 10:15)

Quando os homens de Cornélio chegam para buscar a Pedro, tudo se encaixa: Pedro vai pregar o Evangelho à Cornélio (que era gentio, ou seja, considerado impuro pelos judeus). Por tudo isso, Pedro chega a conclusão de que Deus não faz acepção de pessoas.