Leitura bíblica - dia 141

Números 20

Os israelitas chegam ao deserto de Sin. O povo se queixa da falta de água com aquela mesma lamúria de que era melhor terem ficado no Egito e tal.  Deus diz a Moisés que toque com o cajado no rochedo na frente de todo o povo, pois dele jorraria a água. 

Moisés e Arão reuniram a assembléia diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes! Porventura tiraremos água desta rocha para vós? Então Moisés levantou a mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu água copiosamente, e a congregação bebeu, e os seus animais.
(Números 20:10-11)

Deus ficou furioso, pois Moisés e Arão deram a entender que eles próprios tinham feito o milagre e não deram a devida glória ao Senhor.  Como castigo, Deus decretou que eles não entrariam com os israelitas na terra prometida. Ainda neste capítulo, Arão morre.

Salmos 137

Este poema melancólico é uma das composições mais encantadoras de todo o Livro dos Salmos, justamente por seu poder poético. Se não fosse inspirado, mesmo assim ocuparia um lugar importante no gênero, especialmente a primeira parte dele, que é muito terno e patriótico. Nos versos posteriores (Sl 137.7-9), temos expressões de indignação abrasadora contra os principais adversários de Israel - uma indignação tão justa quanto fervorosa. Que o critiquem aqueles que nunca viram seu templo incendiado, sua cidade arruinada, suas esposas violadas, e depois crianças assassinadas; poderiam não se exprimir, quem sabe, de modo tão aveludado se tivessem sofrido desta maneira. Uma coisa é falar do sentimento de amargura que perturbou os israelitas cativos na Babilônia, e outra bem diferente é sermos prisioneiros nós mesmos, oprimidos por um poder selvagem e desapiedado. Esse canto poderia muito bem ser cantado no muro de lamentações dos judeus. É um fruto do cativeiro na Babilônia, e muitas vezes já serviu como expressão de tristezas que de outra maneira teriam sido impossíveis de exprimir. É um salmo opalescente, cujo brilho brando irradia um fogo que impressiona quem o olha com admiração.
(Charles Spurgeon)

1 Coríntios 8

Ao falar sobre "alimentos sacrificados", Paulo alerta para que aqueles que possuem um entendimento mais amplo das coisas de Deus, não confundam os mais ignorantes.

1 Coríntios 8:9 - Contudo, tenham cuidado para que o exercício da liberdade de vocês não se torne uma pedra de tropeço para os fracos.