Leitura bíblica - dia 144

Números 23

Balaque, o rei dos moabitas,  está ansioso para que o profeta Balaão amaldiçoe os israelitas e o leva de um lado para o outro na esperança de que ele faça isso.  Mas Balaão simplesmente não pode!

Números 23:8 - Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso pronunciar ameaças quem o Senhor não quis ameaçar?

Salmos 140

Este salmo está em seu lugar apropriado, e tão sabiamente segue ao 139 que quase se pode continuar a ler e não fazer quebra alguma entre os dois. Um dano sério resultaria para todo o Livro de Salmos se a ordem fosse mexida como certos pretensiosos propõem. Este salmo é O grito de uma alma perseguida, a súplica de um crente incessantemente perseguido e acossado por inimigos astuciosos, ávidos por sua destruição. Davi foi perseguido como perdiz sobre as montanhas, e raramente obtinha um momento de paz. Este é seu comovente apelo a Jeová por proteção, um apelo que aos poucos se intensifica em uma denúncia de seus inimigos mordazes. Com este sacrifício de oração ele oferece o sal da fé; pois de maneira muito marcante e enfática ele expressa sua confiança pessoal no Senhor como o Protetor dos oprimidos, e como seu próprio Deus e Defensor. Poucos salmos curtos são tão ricos em jóias de fé preciosa.

AO MESTRE DA MÚSICA
O escritor quis que este hino experimental estivesse sob o cuidado do principal mestre do canto, para que não houvesse perigo de não ser cantado, nem que fosse apresentado sem qualidade, levianamente. Tais provações e tais salvamentos mereciam ser lembrados, e serem colocados entre a fina flor dos memoriais da bondade do Senhor. Nós também temos nossos cantos especiais de boa qualidade, e estes precisam ser cantados com nossos melhores recursos de coração e voz. Nós os ofereceremos ao Senhor através de nenhuma mão que não seja a do "Mestre da música".

UM SALMO DE DAVI
A vida de Davi quando ele vem em contato com Saul e Doegue é a melhor explicação deste salmo; e certamente não pode haver nenhuma dúvida de que foi Davi quem o escreveu, e de tê-lo escrito na época de seu exílio e perigo. A tremenda explosão no final tem o fervor que era tão natural em Davi, homem que nunca foi morno, indiferente em nada; contudo deve-se notar que em relação a seus inimigos ele freqüentemente era ardente nas palavras de indignação, mas frio na ação, porque não era vingativo. Não tinha malícia mesquinha, e sim uma ira justa: ele previu, predisse e até desejou a justa vingança de Deus sobre os orgulhosos e maus, contudo não se valia de oportunidades para vingar-se daqueles que lhe tinham feito mal. Pode ser que seus apelos ao grande Rei esfriassem sua raiva, e permitissem que deixasse sem resposta as vezes que lhe fizeram mal por qualquer ato de violência. "A vingança é minha; eu pagarei, diz o Senhor"; e Davi mesmo machucado por perseguição imerecida e mentira maldosa gostava de deixar seus problemas ao pé do trono, onde ficariam a salvo com o Rei dos reis.
(Charles Spurgeon)

1 Coríntios 11

1 Coríntios 11:6 - Se a mulher não cobre a cabeça, deve também cortar o cabelo; se, porém, é vergonhoso para a mulher ter o cabelo cortado ou rapado, ela deve cobrir a cabeça.

Naquela cultura ter a cabeça coberta por um véu significava que a mulher estava submissa ao pai ou ao marido. A falta desse véu significava desonra.